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Ansiedade: É mais comum do que você imagina.


Sensação de medo e antecipação de ameaça futura?

 Emmanuela Loiola na DoctoraliaMarque sua consulta em Aracaju-SE: 



 A Ansiedade
         A ansiedade é uma emoção que inclui transtornos que dividem características de medo e ansiedade excessivos, além de perturbações comportamentais relacionados. Diferenciando conceitualmente o medo da ansiedade.  Tem-se o medo como uma resposta emocional a uma ameaça iminente real ou percebida, ele tem como reação o mecanismo de fuga ou luta do organismo. Enquanto que a ansiedade é a antecipação de ameaça futura: estando associada à tensão muscular e vigilância em preparação para o perigo futuro e comportamento de cautela e esquiva (afastamento). Os transtornos de ansiedade são diferentes entre si nos tipos de objetos ou situações que induzem medo, ansiedade ou comportamento de esquiva e na idéia de pensamento, sentimento e emoções associadas. A Manual de Doenças Mentais de nº5 caracteriza e descreve os transtornos de ansiedades, conforme estas diferenças. Dentre eles, tem-se: Transtorno de Ansiedade de Separação, Mutismo Seletivo, Fobia Específica, Transtorno de Ansiedade Social, Transtorno de Pânico, Agorofobia, Transtorno de Ansiedade Generalizada, Transtorno de Ansiedade Induzido por substância ou medicamentos, Transtorno de Ansiedade Devido a Condição Médica, Transtorno de Ansiedade Especificado e Transtorno de Ansiedade não especificado. Há que se observar o objeto desta ansiedade para melhor caracterizá-la.

Quais os sintomas?

Dependendo do tipo de ansiedade, a pessoa pode apresentar sintomas relacionados ao quadro ansioso.
Como por exemplo, no Transtorno de pânico, pode apresentar:
·         Início súbito de palpitações.
·         Dor no peito
·         Sensações de choque
·         Tontura
·         Sentimento de irrealidade
·         Medo de morrer, de perder o controle ou ficar louco.
·         Medo de ficar sozinho ou ir a lugares públicos.
·         Medo de ter outro ataque.
.
Como por exemplo, no Transtorno de Ansiedade Generalizada, pode apresentar:
·         Queixas de sentimentos contínuos de nervosismo.
·         Tremores
·         Tensão muscular
·         Suor excessivo
·         Sensação de cabeça leve
·         Palpitações
·         Tontura 
·         Desconforto epigástrico comuns

*******Os sintomas variam de pessoa para pessoa. E cada tipo de ansiedade tem características e graus bem peculiares, necessitando de um diagnóstico diferencial.


Quais as complicações da Ansiedade?

Quando a ansiedade não é diagnosticada, e nem tratada pode levar a sérias complicações. A vida da pessoa é afetada de forma que sua vida social pode ficar comprometida.

Como é o tratamento?

O tratamento deve ser feito por equipe de saúde mental multiprofissional psiquiatra e/ou psicólogo a partir de um diagnóstico. Estudos apontam que a psicoterapia Cognitiva Comportamental tem uma efetividade no tratamento, através das técnicas de: psicoeducação, a identificação de: pensamentos, emoções, crenças e resoluções de problemas e a avaliação do processo psicoterapêutico.


Atenção!
Se você acha que tem sintomas de ansiedade procure um profissional, este é  habilitado para orientar melhor o seu caso.

Você sabia?
O medo está ligado diretamente a ansiedade é uma resposta adaptativa de auto-preservação. O medo é uma reação do organismo quando o mesmo se encontra em perigo, causando uma série de reações neurofisiológicas. As pessoas têm a emoção de ansiedade quando estão com medo, numa ação de luta ou fuga frente ao perigo iminente. O nosso corpo se prepara para o pior, a atividade no sistema nervoso simpático produz uma aceleração do batimento cardíaco, como também um aumento da força, mudança na respiração, fluxo sanguíneo, pele fica pálida e as extremidades como as mãos ficam frias, aumento da atividade do sistema digestivo que provoca náuseas. Após este evento, a pessoa geralmente se sente cansada e esgotada, por se tratar de um processo que exige muita energia do corpo. Por isso, é importante ficar atento a ansiedade excessiva e de forma prolongada, leva a um desgaste muito grande da pessoa e adoecimento.



Edição - Novembro /2017
Emmanuela Loiola
Psicóloga
CRP-19/IS-078
079-998752165

Referências:
ASSOCIAÇÃO AMERICANA DE PSIQUIATRIA. DSM V. – Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais.5º edição. Disponível em: < http://aempreendedora.com.br/wp-content/uploads/2017/04/Manual-Diagn%C3%B3stico-e-Estat%C3%ADstico-de-Transtornos-Mentais-DSM-5.pdf> Acesso em: 30.nov.2017.

CRAKE E BARLOW. Fisiologia e Psicologia do Medo e da Ansiedade. Goiás: Pontifica Universidade Católica de Goiás. 1999.  Tradução: Mestre Paula.V.O.Elias. Disponível em: <http://www.pospsicopatologia.com.br/paula/paula_fisiologia_e_psicologiado_medo_e_da_ansiedade.pdf> Acesso em: 30.nov.2017.

HUECK, Karin. Sobre a Ansiedade: Descubra por que a ansiedade atrapalha a sua vida e aprenda o que fazer para conviver com ela. Revista Super Interessante. Ano 2008, publicado em: 31.out.2008. Disponível em: < https://super.abril.com.br/saude/sobre-a-ansiedade/> Acesso em: 30.nov.2017.

OLIVEIRA, Maria.I.S.  Intervenção cognitivo-comportamental em transtorno de ansiedade: Relato de Caso. Revista Brasileira de Terapias Cognitivas, 2011, V.1. PP 30-34. Disponível em: < www.rbtc.org.br/audiencia_pdf.asp?aid2=137&nomeArquivo=v7n1a06.pdf> Acesso em: 30.nov.2017

ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE. CID-10 Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde. 10a rev. São Paulo: Universidade de São Paulo; 1997. v.1

 

Câncer em mulheres: É mais comum do que você imagina.

 Emmanuela Loiola na Doctoralia Marque sua consulta em Aracaju-SE

Medos, efeitos traumáticos, perda de órgãos, quimioterapias e radioterapias?




 Créditos imagem: http://jmcarvalho.hospedagemdesites.ws/2017/05/31/direitos-da-pessoa-com-cancer/


O Câncer
         Segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA), o Câncer é o nome dado a um conjunto de mais de 100 doenças que têm em comum o crescimento desordenado (maligno) de células que invadem os tecidos e órgãos, podendo espalhar-se (metástase) para outras regiões do corpo. Dividindo-se rapidamente, estas células tendem a ser muito agressivas e incontroláveis, determinando a formação de tumores (acúmulo de células cancerosas) ou neoplasias malignas. Por outro lado, um tumor benigno significa simplesmente uma massa localizada de células que se multiplicam vagarosamente e se assemelham ao seu tecido original, raramente constituindo um risco de vida. Os diferentes tipos de câncer correspondem aos vários tipos de células do corpo. Por exemplo, existem diversos tipos de câncer de pele porque a pele é formada de mais de um tipo de célula. Se o câncer tem início em tecidos epiteliais como pele ou mucosas ele é denominado carcinoma; em tecidos conjuntivos como osso, músculo ou cartilagem é chamado de sarcoma. Outras características que diferenciam os diversos tipos de câncer entre si são a velocidade de multiplicação das células e a capacidade de invadir tecidos e órgãos vizinhos ou distantes (metástases). O Câncer é uma doença mais temida atualmente. O diagnóstico, para muitas pessoas, pode significar a perspectiva de morte, mutilação, dor e incurabilidade. Tudo isso, gera uma necessidade de cuidar das pessoas que passam por isso, dando atenção a aspectos comportamentais, físicos, cognitivos para melhoria de qualidade de vida da pessoa que tem câncer. Conforme pesquisa do projeto Globocan/Iarc (INCA, 2012), nas mulheres as maiores freqüências de câncer encontradas foram: em primeiro lugar o de mama (25,2%), em segundo o de intestino (9,2%), o terceiro o de pulmão (8,7%), o quarto de colo do útero (7,9%) e quinto de estômago (4,8%). As pacientes com câncer em processo de tratamento podem sofrer perdas em sua qualidade de vida devido aos sintomas da doença, além dos efeitos adversos do tratamento quimio e radioterápico. A Dor, os exames invasivos, alterações na percepção do próprio corpo, mudanças de papel social, isolamento e a dependência de seus cuidadores, medos e incertezas associadas ao tratamento, aumentam a vulnerabilidade de pacientes e familiares para transtornos mentais. Isso é um ponto de atenção e que deve ser pesado no tratamento quanto aos fatores de riscos: psicológicos, físicos e sociais. O Câncer é multicausal, ou seja,  não tem uma causa única, tendo como fatores relacionados: idade, fatores endócrinos/história reprodutiva, fatores comportamentais/ambientais e fatores genéticos/hereditários.

Câncer e a questão da mulher?

         Para Gianini (2007), o câncer tem suas diferenças no enfrentamento dos homens e mulheres. Nas mulheres, relacionadas as questões socioculturais. A mulher quando diagnosticada com câncer de mama, sente-se invadida na sua individualidade e exposta fisicamente, podendo levar a depressão e perda de auto-estima. Estas mudanças no corpo feminino mudam a representação deste corpo da mente feminina e mexe com a identidade feminina. Por questões sociais e culturais as mulheres tendem a buscar maior apoio social e demonstrar mais seus sentimentos no enfrentamento da doença. O comportamento feminino na maioria das vezes é de prevenção e auto-exame, o que permite estarem atentas as mudanças nas diversas variações da doença. Na nossa cultura, homens e mulheres comportam-se diferentes, utilizando de diversas formas de adaptação psicossocial nas diferentes etapas do tratamento oncológico. É importante estarmos atento as especificidades para contribuir na reabilitação e na melhora na qualidade de vida da pessoa.

Quais os sintomas?
·         Perda de Peso Inexplicada
·         Febre
·         Fadiga
·         Dor
·         Alterações na pele
·         Mudança nos Hábitos Intestinais ou da Função da Bexiga
·         Ferida que não Cicatriza
·         Manchas Brancas na Boca ou Língua
·         Hemorragia
·         Espessamento ou Nódulo na Mama ou em outras Partes do Corpo.
·         Indigestão ou Dificuldade para Engolir
·         Alterações numa Pinta ou qualquer Mudança na Pele
·         Tosse Persistente ou Rouquidão
·         Entre outros

É importante sinalizar que nem todos têm os sintomas descritos e que deve ser avaliado por profissional. Bem como, os graus do quadro apresentado, como sintomas variam de pessoa.  

Quais as complicações do Câncer?

Quando o câncer não é diagnosticado e nem tratada pode levar a sérias complicações. A vida da pessoa é afetada de forma sistêmica, podendo evoluir, caso não ocorra tratamento e pode ocorrer risco de vida.

Como é o tratamento?

O tratamento deve ser feito por equipe de saúde multiprofissional composta de: médicos, psicólogos, assistentes sociais, nutricionistas, entre outros.  A partir de um diagnóstico. Uso de medicamentos, radioterapia, quimioterapia pode ajudar na cura do câncer.  O estilo de vida da pessoa e a colaboração de profissionais apontam que os sintomas podem diminuir de forma lenta e gradual com a colaboração da pessoa atendida. Lembrando que, nunca faça uso de medicamentos sem a prescrição médica. A automedicação pode trazer prejuízos. Os efeitos psicológicos do câncer, na familia e lazer devem ter a ajuda de um Psicólogo.

Qual o papel do Psicólogo no Câncer?

O psicólogo atuante na área de psicologia oncológica visa manter o bem-estar psicológico do paciente, identificando e compreendendo os fatores emocionais que intervêm na sua saúde. Outros objetivos do trabalho desse profissional são prevenir e reduzir os sintomas emocionais e físicos causados pelo câncer e seus tratamentos, levar o paciente a compreender o significado da experiência do adoecer, possibilitando assim re-significações desse processo.


Atenção!

Se você acha que tem sintomas de câncer procure um profissional médico oncologista, este é  habilitado para orientar melhor o seu caso.

Você sabia?

            É possível com a colaboração de um Psicólogo (a) através de estratégias de enfrentamento da doença junto ao paciente com o uso de diversas abordagens dentro da área. Estudos apontam que a Psicologia, através de uso de técnicas da Terapia Cognitivo Comportamental, contribui na melhora da qualidade de vida do paciente,  através das seguintes técnicas:  administração do estresse com técnicas de relaxamento,  redução da insônia; manejo da dor, intervenções em questões relacionadas a sexualidade, principalmente após a retirada de órgãos que simbolizam a subjetividade feminina; atenção a fatores subjetivos ligados ao sobrepeso e obesidade; das intervenções sobre as doenças psiquiatras, como a ansiedade e a depressão ligadas ao câncer.   

Edição - Novembro /2017
Emmanuela Loiola
Psicóloga
CRP-19/IS-078



Psicóloga em Aracaju - Sergipe
 whatsapp: 079-998752165



Referências Bibliográficas:
GIANINI.M.S.S; Câncer e Gênero Enfrentamento da Doença. São Paulo: Universidade Católica da São Paulo: dissertação de mestrado. 2007, produzido em 07-10-2007. P.1-21. Disponível em:  < http://www.psicologia.pt/artigos/textos/A0369.pdf > Acesso em: 28 nov. 2017.

INSTITUTO NACIONAL DE CÂNCER JOSÉ ALENCAR GOMES DA SILVA. Importância da Atuação do Psicólogo no Tratamento de Mulheres com Câncer de Mama. Rio de Janeiro: INCA, Revista Brasileira de Cancerologia, 2004; n. 50, v.1. p. 55-6. Disponível em:<http://www1.inca.gov.br/rbc/n_50/v01/pdf/REVISAO3.pdf > Acesso em: 25 nov. 2017.

INSTITUTO NACIONAL DE CÂNCER JOSÉ ALENCAR GOMES DA SILVA. O que é o câncer?. Rio de Janeiro: INCA, 2013. Disponível em:< http://www.inca.gov.br/conteudo_view.asp?id=322>. Acesso em: 25 nov. 2017.

 INSTITUTO ONCOGUIA. Sinais e Sintomas mais comuns do Câncer. Publicação:13.mai.2014. Disponível em:<http://www.oncoguia.org.br/conteudo/sinais-e-sintomas-mais-comuns-do-cancer/5574/761/.  Acesso em: 25 nov. 2017.


LOURENÇÃO. V.C; SANTOS JUNIOR. R; LUIZ, A.M.G. Aplicações da Terapia Cognitivo-Comportamental em Tratamentos de Câncer. Revista Brasileira de Terapias Cognitivas, 2010, V. 5, N. 2. Disponível em:< http://pepsic.bvsalud.org/pdf/rbtc/v5n2/v5n2a06.pdf > Acesso em: 25 nov. 2017.



Depressão: É mais comum do que você imagina.

 Falta de disposição, tristeza constante e perda de interesse em atividades que antes davam prazer?



Créditos imagem: http://www.escolapsicologia.com/


 A Depressão 

A depressão é uma doença incapacitante, se não tratada. Atualmente, a depressão atinge uma parcela significativa da população mundial, e vem aumentando consideravelmente em relação à última década, conforme Organização Mundial de Saúde, 2017. Há previsões que em 2020, poderá ser uma das maiores doenças incapacitantes, após as doenças cardíacas (Levav e Wolfgang apud  Camargo e  Andretta, 2013).  É considerada multi-causal, podendo ser: de ordem biológica, ambiental, social, psicológica e da história pessoal. Isso explica uma depressão causada por uma questão fisiológica, de ordem: endócrina, neurológica, nutricional, infecciosa e de neoplasias; Bem como, a ambiental e social, que a pessoa convive com um meio hostil com ausência de relacionamento de confiança e apoio social; Além de uma história de vida marcada por momentos negativos e de baixa auto-estima e auto-conceito.  Pesquisas apontam para déficits de memória associados à depressão são similares a pacientes que tem disfunção neurológica subcortical, o que demonstra uma possível evidência de alterações no cérebro do indivíduo.  A depressão pode acontecer em qualquer idade e com qualquer pessoa, e em momentos da vida mais difíceis como: separação, perda de um ente querido, perda de emprego, entre outros. É importante ficar atento aos sintomas, duração dos sintomas e o impacto sobre a vida da pessoa.

Quais os sintomas?


Principais sintomas:

·         Humor deprimido
·         Perda de interesse e prazer
·         Dificuldade de concentração.
·         Perda ou ganho significativo de peso
·         Sono excessivo ou insônia quase todos os dias
·         Cansaço constante
·         Sentimentos de inutilidade ou culpa excessiva
·         Pensamentos recorrentes de morte, não somente, medo de morrer.
·         Outros.

É importante sinalizar que nem todos têm os sintomas descritos, mas umas apresentam uns e outras apresentam outros. Bem como, os graus de cada sintoma pode variar.  

Quais as complicações da Depressão?


Quando a depressão não é diagnosticada e nem tratada pode levar a sérias complicações. A vida da pessoa é afetada de forma que pode não conseguir ter uma vida social saudável, com problemas constantes em relacionamentos, comportamentos e desprazer em relação às atividades que davam prazer antes. Pode ocorrer risco de vida, já que é possível, a partir de ideações suicidas.

Como é o tratamento?

 

O tratamento deve ser feito por equipe de saúde mental multiprofissional psiquiatra e/ou psicólogo a partir de um diagnóstico. Estudos apontam que a psicoterapia Cognitiva Comportamental tem uma efetividade no tratamento, através da revisão de crenças, comportamentos e emoções – relacionados aos sintomas de cada indivíduo. Os sintomas poderão diminuir de forma lenta e gradual com a colaboração da pessoa atendida. Lembrando que, nunca faça uso de medicamentos sem a prescrição médica. A automedicação pode trazer prejuízos.

Atenção!


Se você acha que tem sintomas de depressão procure um profissional, este é  habilitado para orientar melhor o seu caso.

Você sabia?


O Estigma é um termo no dicionário que significa, “ Marca, cicatriz perdurável”.  Este termo é muito utilizado na saúde mental, como forma de sinalizar o sofrimento de pessoas que apresentam alguma dificuldade de saúde mental. Por medo e vergonha muitas pessoas não buscam ajuda.  Apresentando a desculpa de um rótulo social (estigma) de que: “eu não sou louco”, uma justificativa de quem pensa as questões mentais como uma marca a ser escondida. Por sua vez, uma parte da sociedade ainda “leiga” rotula as pessoas de “loucas” sem ao menos saber do que se trata. Esta visão, não colabora e não contribui em nada para melhorar a saúde das pessoas de maneira geral. Caso conheça alguém que ainda pense, que quem busca ajuda na área de saúde mental é “louco”. Converse com ele, mostre que esta pessoa quer ter saúde e ter uma vida digna.

Edição - Novembro /2017

Emmanuela Loiola
Psicóloga
CRP-19/IS-078

Psicóloga em Aracaju - Sergipe
 whatsapp: 079-998752165
 

Referências:


ARAUJO, Álvaro Cabral  e  LOTUFO NETO, Francisco. A nova classificação Americana para os Transtornos Mentais: o DSM-5. São Paulo: Revista Brasileira de Terapia Cognitiva, 2014. n.1, v.16. p. 67-82.

 

BARLOW, D. H.; DURAND, V. M. Psicopatologia: Uma abordagem integrada. São Paulo: Cengage Learning, 2008

CAMARGO, J.;   E  ANDRETTA, I. Terapia Cognitivo-Comportamental para Depressão: Um caso clínico. Porto Alegre – RS: Universidade Católica do Rio Grande do Sul: Contextos Clínicos. 2013, n.1, v.6, p. 25-32.

DEL PORTO, José Alberto. Conceito e diagnóstico. São Paulo: Revista Brasileira de Terapia Cognitiva, 1999, s.1, v.21. p. 06-11.

ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE. CID-10 Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde. 10a rev. São Paulo: Universidade de São Paulo; 1997. v.1

ORGANIZAÇÃO  PANAMERICANA  DA  SAÚDE  (OPAS). Com depressão no topo da lista de causas de problemas de saúde, OMS lança a campanha “Vamos conversar”. Disponível em: <http://www.paho.org/bra/index.php?option=com_content&view=article&id=5385:com-depressao-no-topo-da-lista-de-causas-de-problemas-de-saude-oms-lanca-a-campanha-vamos-conversar&Itemid=839>  Acesso em: 16.nov.2017.

 PORTO, P.; HERMOLIN, M.  e  VENTURA, P;. Alterações neuropsicológicas associadas à depressão. São Paulo: Revista  Brasileira de Terapia Comportamental  e Cognitiva. 2002. n.1,  v..4, p. 63-70. Jun, 2002.

PRIBERAM. Dicionário de Língua Portuguesa. Estigma. Disponível em: <www.priberam.pt/DLPO/ >. Acesso em: 16.nov.2017.











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